segunda-feira, 1 de maio de 2017

Ser um professor reflexivo...


Reflexão, ato ou efeito de refletir-se, concentração do espírito sobre si próprio, suas representações, ideias, sentimentos.
Partindo dessa  significação e do texto da Alarcão ser reflexivo é analisar criteriosamente  de forma intensa , intrínseca, situações ou algo que estamos envolvidos ou não, mas que indiferentemente do acontecimento nos faz pensar e agir sobre.
No que se refere a pratica educativa  a reflexão torna-se primordial para o  educando, pois a partir deste ato o mesmo analisa todos os norteadores que envolvem o papel que desempenha  no contexto de educação que está inserido diariamente. Esse processo exige muita atitude e ação acerca de inspecionar com afinco todas as tomadas de decisões que entrelaçam  objetivos, metodologias, suportes pedagógicos, avaliações e tudo mais que envolve o processo de ensino e aprendizagem no qual desenvolvemos com e junto dos alunos.
          A educação atualmente necessita que além dos conteúdos trabalhados na escola a mesma propicie situações diárias que tornem nossos  alunos seres reflexivos, que possam pensar e agir sobre as problemáticas propostas e vividas, elaborando  soluções, analisando  com criticidade os processos de aprendizagem que estão inclusos. Para que o professor consiga instigar seus alunos a este ato, o mesmo precisa tornai-o constante em sua própria prática o que não é nada fácil, pois exige uma postura de desacomodar, questionar, pensar e repensar  o que até pouco tempo tinha como correto, levantando hipóteses e alternativas que possam colaborar com a proposta de trabalho que será  construída. Esse processo individualizado requer muita boa vontade, esforço e profissionalismo da parte do educando,  levando–o a autonomia em sua prática, se for realizado com dedicação e conhecimento na área.
            Diariamente penso, repenso e questiono minha pratica, nas escolhas de dinâmicas, técnicas, jogos e atividades. Estou sempre  analisando as situações em sala de aula, se meus alunos corresponderam aos objetivos propostos, mas independente do resultado obtido, reflito sempre por que o resultado se deu e o que poderia ser feito diferente, afim de cada vez mais ver meus alunos desenvolvendo se adequadamente. Minha reflexão gira em torno de como meu aluno aprende, pois acredito que ao entender como esse processo se dá, identificando suas facilidades e dificuldades, consigo traçar objetivos que os levam a ultrapassar essa etapa avançando adequadamente em sua formação. Por isso, todo professor segundo Alarcão ( 1996): [...] tem de ser capaz de interpretar o que vê fazer, de imitar sem copiar, de recriar, de transformar. Só o conseguirá se reflectir sobre o que faz e sobre o que vê fazer.  (ALARCÃO, 1996, p. 18).Um olhar atento, crítico e constante sobre a prática  nos proporciona enquanto professores uma autonomia agregada de significações e conhecimentos que como resultado enriquecem  nossas aulas, fazendo que nossos alunos mantenham- se ativos na construção do seu conhecimento.

 REFERÊNCIAS:

ALARCÃO, Isabel. Ser professor reflexivo. In: ___. (Org.). Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. Porto, Editora Porto, 1996 (páginas 1-16 da adaptação)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Mapeando a minha turma



Leciono no turno da manhã na Escola Estadual de Ensino Médio Vila Prado com o 4° Ano e a tarde na Escola Estadual de Ensino Fundamental Bela Vista com o 1° Ano, ambas localizadas no município de Sapucaia do Sul. 

Desenvolverei as atividades que compreendem o Projeto de Aprendizagem com a turma do 1° Ano, a mesma  é formada por 25 alunos, sendo destes 13 meninas e 12 meninos. É uma turma agitada,solidária e comunicativa, ativa na construção da sua aprendizagem, estão sempre dispostos e entusiasmados na realização das atividades. O bairro no qual a escola encontra -se é precário, o  poder socioeconômico dos moradores é baixo, os alunos fora do ambiente escolar encontram dificuldades de obter acesso a materiais adequados  que envolvam o hábito da leitura, sendo a escola em seu meio o possível local para desbravar horizontes.

Os alunos participam semanalmente do projeto da "Hora da Leitura" proposto pela escola,  período no qual os alunos tem contato com diferentes livros, textos e materiais que envolvem  a leitura bem como o ato de ler. Mesmo estando em processo de alfabetização, todos estão letrados  o que possibilita  na hora da leitura a  construção de competências e habilidades que  serão primordiais ao seu desenvolvimento cognitivo,  fortificando paralelamente o gosto pela leitura, além de aprimorar o seu vocabulário, alimentar a imaginação e proporcionar  momentos de troca mútua. 

A Hora da leitura é uma posposta, na qual, a escola demonstra muito cuidado na elaboração constante do projeto, no que diz respeito a escolha do material, pois deve estar de acordo com o nível de aprendizagem da turma e faixa etária, tornando o momento rico em  conhecimento e ao mesmo tempo prazeroso.




sexta-feira, 21 de abril de 2017

Trabalhando o Dia de Tiradentes



No dia 21 de abril é comemorado no Brasil o Dia de Tiradentes, uma data criada para homenagear Joaquim José da Silva Xavier, um ativista político que se transformou em herói nacional.

A história de Tiradentes está totalmente relacionada à Inconfidência Mineira, um movimento ocorrido nos séculos XVII e XVIII que tinha como objetivo a separação do Brasil do domínio de Portugal. Naquela época, o Brasil proporcionava grandes lucros aos portugueses por meio de suas riquezas minerais, isto é, ouro e diamantes. Contudo, estas riquezas estavam começando a se tornar escassas.

Além disso, muitos não pagavam o quinto, uma espécie de imposto cobrado pela coroa sobre todo o ouro encontrado na colônia. Desta forma, o lucro de Portugal começou a cair. Reagindo a esta situação, os portugueses passaram a exercer um controle mais rígido sobre as riquezas e a aumentar os impostos. Tais medidas desagradaram a elite de Minas Gerais, que estava significativamente influenciada pelas ideias iluministas importadas da Europa.

Assim, se iniciou um movimento separatista no Brasil: a Inconfidência Mineira. A maioria dos inconfidentes eram homens ricos e cultos, com exceção de Tiradentes, um militar. O nome “Tiradentes” provém do fato de Joaquim José da Silva Xavier também exercer a função de dentista.

O movimento não teve sucesso e os inconfidentes foram presos. Tiradentes ficou preso por três anos, esperando seu julgamento. Todos os outros homens envolvidos na Inconfidência Mineira escaparam de uma pena maior, já que possuíam muitos bens; a maioria optou pelo exílio. Apenas Tiradentes foi condenado à pior das punições: em 21 de abril de 1792, foi enforcado e esquartejado.

O reconhecimento da bravura de Tiradentes só se deu em 1890. Atualmente, Tiradentes é considerado Patrono Cívico do Brasil.

REFERÊNCIAS
 Dia de Tiradentes. Disponível em: http://www.historiadetudo.com/dia-tiradentes, acessado em 21 de abril de 2017. 

Na sequência, algumas atividades para trabalhar o Dia de Tiradentes com os alunos:



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Uma aula diferente


            Em nossa aula de hoje, realizamos algumas experiências sobre o "Ar".
       Levei para a sala de aula alguns materiais necessários para que os alunos percebessem a existência do ar: balões, algodão, ventilador
            Soprando os balões e depois realizando uma brincadeira com eles, os alunos perceberam que o mesmo ar que haviam utilizado para enchê-los, era importante para que mantessem o fôlego durante as competições.
            Fizemos uma competição em duplas onde cada um deveria soprar um chumaço de algodão até atravessar do outro lado que havíamos traçado no chão da sala. Foi muito divertido!
         Depois, com os mesmo algodão, fizemos uma experiência com o ventilador e com outros balões, onde os alunos puderam perceber que o ar é invisível, mas existe em todos os lugares.
            Interessante é que, aos poucos, os alunos foram criando outras hipósteses de explicação de existência do ar, o que deixou a aula bastante participativa, já que todos queriam dar a sua contribuição. 
              A única parte ruim da história é que, infelizmente, não lembrei de tirar fotos dos alunos para exemplificar esta experiência que foi tão gratificante para todos nós!











sexta-feira, 7 de abril de 2017

Podemos fazer a diferença, sim!

       
            O progresso constante almejado pela humanidade está destruindo descaradamente os recursos naturais, dos quais dependemos para sobreviver. Nota-se uma inversão de valores pelo qual estamos passando, resultado de um sistema capitalista, que faz com que a vida das pessoas gire em torno do consumo e do conforto a qualquer custo, esquecendo-se de priorizar o nosso bem mais precioso que é o meio ambiente, do qual retiramos tudo do que necessitamos realmente para sobreviver. 
            Percebemos que nosso modelo de vida está esgotando  inúmeras fontes de recursos naturais, prejudicando a conservação e continuidade da flora e fauna. A falta de planejamento e organização ambiental paralelo com o avanço desordenado do progresso tecnológico está deixando um rastro de destruição lamentável e incalculável a humanidade, se não, daqui a pouco irreversíveis.
         Sabendo que as crianças de hoje são o futuro da nação, cabe a nós professores alavancar assuntos relacionados à preservação do meio ambiente em nossas aulas levando nossos alunos a perceber a importância dos mesmos em nosso dia a dia, levando os a compreender o processo percorrido e suas consequências catastróficas  a partir de reflexões, construções e articulações de conhecimentos e mudanças de postura  iniciadas no meio em que vivem.
 Ao trabalhar este tema com os alunos do anos iniciais, conseguimos perceber juntos que a mudança precisa partir de cada um de nós, pois se cada um fizer a sua parte estará contribuindo com o meio ambiente, alavancando por si só uma mudança de posicionamento positiva para todo o envolvido direto e indiretamente.
Partindo deste viés, foi elaborada uma campanha na escola, visando o cuidado com o meio em que vivemos e convivemos, neste caso específico a Escola. 
Uma das atividades propostas aos alunos foi que os mesmos deveriam manter o pátio da escola limpo e organizado,  duas turmas por semana ficariam responsáveis em colocar em prática essa proposta.
Como podemos ver nas imagens, nossa ideia foi muito bem aceita pelos alunos, principalmente peloa minha turma dos anos iniciais que compreenderam a importância e a necessidade para o bem comum de todos: manter o ambiente/espaço escolar  limpo adequadamente.

sexta-feira, 31 de março de 2017







Para nós professores um recomeço,
um novo ano, uma nova turma,
um  novo olhar com novos objetivos a serem alcançados.
Esperamos as carinhas assustadas e ansiosas para recomeçarmos
nossa rotina.Para eles um "começo"
de novas descobertas e aprendizagens .
Você professor deve conduzir esse caminho 
com muita sabedoria.

"Um excelente ano letivo"







Felizes os Educadores que aprendem a fazer da ação de cada dia a semente da nova sociedade.







sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Sugestão de atividades: Material Cuisenaire


      Na primeira postagem anterior, ofereci  sugestões de atividades, jogos e fichas didáticas, utilizando o Material de Cuisenaire, que se destinam ao conhecimento do Material (relação da cor das barras com seu tamanho e com os números a elas correspondentes) e à etapa de construção do número.

Sugestões de atividades

      Atividade 1
    
    Após uma etapa de Jogo livre, quando o professor observa que as crianças estão percebendo as regularidades do material, podem ser montadas sequências de atividades, a partir das sugestões abaixo – as ordens podem ser dadas oralmente para as crianças.

1. Pegar uma barrinha de cada cor do Material de Cuisenaire.
2. Colocar na mesa essas barras pela ordem de tamanho, da menor até a maior.
3. Dizer a cor da barra menor.
4. Dizer a cor da barra maior.
5. Identificar as cores das barras que são menores do que a amarela.
6. Dizer a cor da barra imediatamente menor do que a amarela.
7. Dizer quais são as barras maiores do que a preta.
8. Identificar a barra imediatamente maior do que a preta.
9. Dizer qual a barra que está entre a verde-escuro e a marrom.
10. Dizer quais as barras que estão entre a amarela e a verde escuro.

     Atividade 2

1. Tomar a barra vermelha e verificar quantas barrinhas brancas são necessárias para formar uma barra do mesmo tamanho da vermelha.
2. Usar a barrinha branca como unidade de medida e dizer quanto vale a barra vermelha.
3. Tomar a barra verde-clara e ver quantas barrinhas brancas são necessárias para formar uma barra do mesmo tamanho da verdeclara.
4. Usar a barrinha branca como unidade de medida e dizer quanto vale a barra verde-clara.
5. Tomar a barra rosa e ver quantas barrinhas brancas são necessárias para formar uma barra do mesmo tamanho da rosa.
6. Usar a barrinha branca como unidade de medida e dizer quanto vale a barra rosa.
7. Usar a barra amarela e ver quantas barrinhas brancas são necessárias para formar uma barra do mesmo tamanho da amarela.
8. Usar a barrinha branca como unidade de medida e dizer quanto vale a barra amarela.

     Atividade 3

Usar uma folha de papel quadriculado e, com lápis da mesma cor das barrinha do Material de Cuisenaire, pintar alguns quadradinhos da seguinte maneira:
• como a barra branca vale 1, pintar apenas o contorno de um quadradinho com lápis preto;
• como a barra vermelha vale 2, pintar 2 quadradinhos com a cor vermelha;
• como a barra verde-clara vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor verde-clara;
• como a barra rosa vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor rosa;
• como a barra amarela vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor amarela;
• como a barra verde-escura vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor verde-escura;
• como a barra preta vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor preta;
• como a barra marrom vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor vermelha;
• como a barra azul vale ......., pintar ....... quadradinhos com a cor azul;
• como a barra laranja vale ......., pintar .......... quadradinhos com a cor vermelha

      Atividade 4
      
     Como se pode observar nas representações abaixo, a barrinha de número 1 é a única que cabe um número inteiro de vezes em qualquer das outras barrinhas do material.









       Atividade 5

      Entretanto, existem algumas barrinhas que cabem um número inteiro de vezes em outras.
      Vamos, agora, fazer algumas descobertas através de certas combinações:
*usar a barrinha de cor vermelha e procurar outras barrinhas do material onde ela cabe um número inteiro de vezes.
1×2 = .......        2×2 = .......                  3×2 = .......            4×2 = .......                  5×2 = .......


Sugestões de jogos

        1. Memorizando a cor das barrinhas

- 4 a 6 participantes
Com as barrinhas de uma caixa do Material Cuisenaire espalhadas na mesa, um dos participantes fecha os olhos, pega uma barrinha, segura-a nas costas e a apalpa. Tenta, então, descobrir a cor da sua barrinha, podendo, se precisar, olhar o material que está sobre a mesa. Se ele acertar, fica com a barrinha. Se errar, a barrinha fica refugada. Cada participante, na sua vez, procede da mesma maneira. Ganha aquele que, ao final, ficar com mais barrinhas.
Observação: Este jogo pode ser precedido da seguinte atividade: o grupo faz uma escada com as barrinhas (uma que somente sobe, outra que somente desce ou uma que sobe e depois desce – o que estaria associado aos conceitos de ordem crescente ou decrescente). Nesta atividade, os
participantes podem estar de olhos abertos ou fechados e nomeiam as cores na sequência da escada.
3×2 = .......             4×2 = .......           5×2 = .......

        2. Batalha

- 2 participantes
Primeiro combina-se o número de rodadas que serão jogadas. Cada participante coloca parte do material em uma sacola. O primeiro a jogar põe sobre a mesa uma das barras que tira da sacola. O outro participante, sem olhar dentro da sua sacola, procura pegar uma barra que seja do mesmo tamanho da que o seu colega colocou sobre a mesa. Se acertar, fica com as duas barras, caso contrário, as mesmas ficarão com o primeiro participante. Em seguida, invertem-se os papéis, que vão se alternando por tantas rodadas quantas foram combinadas previamente.
Ganha aquele que, ao final do jogo, ficar com o maior número de barrinhas.

        3. Jogo das duplas de barras

- Dois participantes ou duas duplas de participantes.
Primeiro, combina-se o número de rodadas que serão jogadas.
- O primeiro participante coloca uma barrinha de qualquer cor na mesa, por exemplo, a barrinha laranja. A seguir, o segundo participante descobre uma dupla de barrinhas que seja de comprimento igual ao da primeira. O primeiro participante descobre outra dupla diferente da primeira, se houver, e procede da mesma maneira. Ganha o jogo, quem colocar a última combinação possível. A seguir, o 2º participante reinicia o jogo, pegando uma barrinha de outra cor. Ganha o jogo aquele que, no final, vencer o maior número de partidas.

        4. Jogo das sequências

- de 2 até 6 participantes
Cada participante ganha o mesmo número de barrinhas e as restantes ficam sobre a mesa.
O primeiro participante propõe um padrão de sequência com as barrinhas do monte que ficou sobre a mesa.
O participante seguinte coloca uma barrinha da sequência, o seguinte outra, e assim por diante.
Se algum participante não tiver a barrinha que segue a sequência, passa a vez de jogar. O jogo termina quando acabar o monte de um deles ou todos os participantes trancarem.
Cada participante conta o número de barrinhas que sobrou e registra numa ficha como a que segue:
NOME
1° RODADA
2° RODADA
3° RODADA
.....................
TOTAL













Ganha o participante que totalizar o menor número de barrinhas.
       
        5. Jogo da tira numérica

Formar filas com 2 barrinhas quaisquer. Recortar os números de uma tira, cujo modelo será distribuído pela professora, e escolher aquele que corresponde ao tamanho da fila formada, colocando-o ao lado da mesma.
Observação: Se as crianças pintarem os números, verificar se houve
uma relação com a cor das barrinhas utilizadas nas filas por elas construídas.

        6. Baralho Colorido

O Baralho Colorido é constituído de, no mínimo, 61 cartas. Para confeccioná-lo, recortam-se 30 cartões no tamanho de cartas de baralho (preferivelmente de papel cartaz que tem um lado de cor parda e outro de diferentes cores). Do lado A, todos devem ser da mesma cor (a cor parda, por exemplo) e do lado B, as cartas devem ter as cores das barrinhas do Material de Cuisenaire, no mínimo, três cartas de cada cor. Confeccionam-se outras 31 cartas (com papel cartaz bege, por exemplo) com, no mínimo, 3 cartas de cada um dos números de 1 a 10, e uma outra em branco que, em determinados jogos, será o “mico” . Com o Baralho Colorido podem ser jogados vários jogos, 13 como Memória, Batalha, Bate-bate, Rouba-monte, Mico, cujas regras estão
descritas no texto do baralho numérico de 0 a 12.

FACE A                                                        FACE B
(papel pardo)                                     (amarelo, azul, verde, etc...)

(papel bege)                                        ( números ou branca)

Sugestões de fichas didáticas

Ficha 1
 Disponibilizar aos alunos o contorno de todas as barras em uma folha de ofício. Colorir as barrinhas com as cores que elas têm no Material de Cuisenaire e ligar cada barrinha ao número que lhe é correspondente:

Ficha 2
a  a)    Colorir a escadinha abaixo representada, com as cores do Material de Cuisenaire:



 


b) Marcar com uma cruz cada uma das barrinhas que são maiores do que a amarela e menores do que a azul:
c) Marcar corretamente qual o número de cores que há no Material de Cuisenaire :
8 ( ) 5 ( ) 10 ( ) 7 ( )


d) Desenhar as barrinhas vizinhas da barra 6 e pintá-las com as cores correspondentes.