Mostrando postagens com marcador Quinto Semestre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Quinto Semestre. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Quadro com apontamentos pessoais sobre as análises de nossos Blogs


      Em nosso último encontro presencial da Interdisciplina Seminário Integrador V, antes da realização de nosso Workshop Avaliativo, fomos orientadas a conversarmos com as nossas duplas e juntas, refletirmos sobre as análises que realizamos em nossos Blogs no transcorrer do Semestre.  
           Abaixo, segue o resultado de nossa produção:


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Festa Junina Reciclável

          Este ano, nossa Escola resolveu inovar com a ideia das comemorações juninas e nossos alunos adoraram o desafio: decorar os espaços e produzir fantasias juninas utilizando apenas materiais recicláveis.

          A princípio, os alunos sentiram uma certa estranheza porque não entendiam como podiam deixar tudo colorido e bonito utilizando apenas o que para eles era "lixo".
          Conversando coletivamente, as primeiras ideias começaram a surgir.
          




         Com as embalagens de garrafas pet, nós criamos potes que serviriam para vendermos pipoca e pinhão, utilizando as sobras destas garrafas, criamos correntes decorativas e com as tampinhas, lindos murais decorativos.
         Mais tarde, surgiu a ideia de utilizarmos as garrafas de 600 ml como pinos de boliche e ainda, para o jogo de argolas.
         Esta parte de recortar e formar as argolas, os alunos maiores ficaram responsáveis.
         Foi muito interesse perceber que entre as atividades, as conversas com os alunos eram sempre em tons de descobertas e exploração de suas criatividades, como podemos ver no cartaz que realizamos para convidar a comunidade à participar de nossa Festa Junina:



            Depois que foram criadas as fantasias juninas, sendo que os casais representantes de cada turma, foram escolhidos por votação. 
             O casal de nossa turma ficou muito bonito e representaram muito bem nossa turma, como pode se observar na foto que segue. Ao final, todos nós nos divertimos muito!


            





sexta-feira, 16 de junho de 2017

Apresentação do Projeto de Leitura e Ação


         No dia 12 de junho, apresentamos nosso Projeto de Aprendizagem: Leitura e  Ação.


         Foi uma experiência desafiadora porque no primeiro momento, confrontamos nossas ideias com as dos colegas e vimos pontos em que nos assemelhávamos, e outros, que destoavam.
       Optamos para que a Alessandra fosse nossa interlocutora e ao passo que ela ia falando sobre nosso trabalho, algumas memórias iam sendo revisitadas, no meu caso em específico, as práticas de leituras que realizei com as minhas crianças.
        Alguns já estão alfabetizados, outros ainda estão ainda reconhecendo as sílabas. Este desnível, em se tratando de leitura, gera um certo desconforto porque dá a impressão de que nem todos conseguirão dar conta dos objetivos que fui traçando para o Projeto.
         Entretanto, a oralidade de meus alunos é uma questão muito positiva. Então, foi nesta direção que procurei orientar as direções das atividades que propus.
          Ao final da apresentação, restou-nos a ideia de que já trilhamos uma boa parte de nosso caminho e que, certamente, está sendo uma experiência bastante produtiva.

      

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Uma tarde no cinema!

Iniciamos nossa semana conversando sobre as diferentes pessoas que encontramos no dia a dia, no quanto todos somos diferentes entre nós.
A conversa rendeu muitos exemplos por parte dos alunos, foi uma discussão muito produtiva!
Todos puderam expôr seus pontos de vista, inclusive dando exemplos pessoais para ilustrar as suas falas.
Em certo momento, a discussão encaminhou-se para as relações familiares, o relacionamento com as pessoas que fazem parte do cotidiano de cada aluno. Houveram relatos de muitos desentendimentos, de momentos em que as crianças não se sentiam respeitadas em seus direitos de ser crianças, justamente porque os pais lhes cobram uma postura que muitas vezes, são imaturos para compreender.
Realizamos algumas atividades de discussão e casualmente, eu soube que o Cinema de Canoas, estava realizando uma quinzena promocional, vendendo ingressos pela metade do valor normal.
Olhando os filmes em cartaz, percebi que um vinha de encontro a nossa proposta de discussão. O filme, entitulado: “O poderoso chefinho”, relata uma situação vivenciada por uma criança de sete anos que vê seu lugar privilegiado de filho único, ser tomado pela chegada de um irmão.
Então, em parceria com a direção, nos organizamos e foi uma tarde maravilhosa, com pipocas, risadas e ótimas experiências, que muito contribuíram para o fechamento das atividades que vínhamos desenvolvendo neste sentido.




sexta-feira, 2 de junho de 2017

Apresentação do trabalho sobre "Ansiedade na vida adulta"

       Em nossa última aula, apresentamos nosso trabalho sobre "Ansiedade na vida adulta"
       A ansiedade se caracteriza pela impaciência, aflição, nervosismo, batimento cardíaco acelerado, sudorese, dor no estômago, irritabilidade, tonturas, náuseas, dificuldades respiratórias e extremidades frias. Ela deixa a pessoa em estado de alerta com relação à acontecimentos futuros.
       Todos os seres humanos possuem a ansiedade. A diferença reside na forma como cada indivíduo lida com os sintomas com que ela se manifesta. A ansiedade pode ser traço da personalidade individual.
       A palavra ansiedade foi usada pela primeira vez por Freud, ainda no século XIX, mas só se popularizou em 1967, com os estudos do psiquiatra australiano Audrey Lewis.
      Quando a ansiedade deixa seus níveis "normais", assume características patológicas, a saber:
       * A TAG é um tipo de ansiedade patológica, é quando a pessoa fica o tempo inteiro "a flor da pele".
      * A Síndrome do Pânico costuma surgir do nada, aglomerando sintomas físicos e psíquicos que assumem proporções avassaladoras.
      * A Agorafobia nasce do medo de novas crises o que acaba causando isolamentos sociais e restrições no convívio com outras pessoas.
     * O Estresse Pós-Traumático ocorre após situações de perigo como assaltos, sequestro, etc.
     * O TOC baseia-se na repetição simétria de gestos e compulsivas.
     * As Fobias Específicas são os medos que se tem de barata, de andar de elevador, de altura, etc.
     Além disso, ainda há a Ansiedade Orgânica, ligada a sintomas de hipertireoidismo, abestinência à medicamentos, etc.
     A sociedade ainda enxerga a ansiedade como manifestação de loucura por parte dos indivíduos, porque os problemas psicológicos não se encontram no mesmo patamar que as doenças físicas. Seria uma espécie de fingimento proposital.
     Foi muito interessante perceber que nosso assunto chamou a atenção de vários colegas, que inclusive, contribuíram com relatos de experiências pessoais envolvendo a questão da ansiedade.
     Este é o nosso grupo:






   
     
    

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pipas, pandorgas e aprendizagens

O objetivo desta experiência é fazer com que a criança compreenda que é possível aprender, brincando, que há diferentes formas de linguagem no processo de aprendizagem.
Primeiramente, conversamos sobre as brincadeiras dos tempos dos avós e o quanto elas são esquecidas nos dias de hoje, principalmente em função da falta de espaço e pela utilização maciça de tecnologias.
O primeiro ano é uma fase crucial do desenvolvimento estudantil. Então, procuro sempre propiciar diferentes situações de aprendizagens: desenhos livres, dramatizações, atividades orais, gestualizações, atividades envolvendo música, pois acredito que estas vivências sejam muito benéficas para o crescimento e para a socialização de meus alunos.
Por meio das brincadeiras, as crianças podem tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si mesmos e aos outros. São excelentes ferramentas para o desenvolvimento infantil. Entretanto, é importante que o brincar não envolva apenas objetos industrializados, mas que criem oportunidades para que as próprias crianças possam criar seus objetos.
Neste sentido, o Projeto Pipas e todas as atividades que fui sugerindo, foram fluindo de forma satisfatória e cheia de aprendizados.
Para iniciar a conversa, levei a música “Olha a Pipa”, de Jorge Bem Jor. Então nossa conversa foi sobre os diferentes nomes que este brinquedo pode receber: pandorga, papagaio, barrrilete, de acordo com cada região de nosso país.
             O próximo passo, foi criarmos nossa própria pipa. Alguns alunos tiveram mais dificuldades, mas que foi solucionada com o auxílio de meus colegas professores.




             Mas, divertido mesmo, foi ver a alegria das crianças correndo com o resultado de suas produções! Alguns relataram que já tinham visto aqueles "negócios" para vender, mas que "não sabiam como funcionavam".
                


           Penso que estes momentos são aqueles que a Escola realmente consegue cumprir com a sua função: ser um espaço de coletividades, de trocas, de alegrias e de construções significativas. Esta foi uma experiência que foi válida neste sentido já que nos dias de hoje, a Escola é o único lugar em que as crianças conseguem o seu direito legítimo de "serem crianças", de brincarem e construírem suas relações. 


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Trabalhando cores e quantificações

         Como bem sabemos, os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental ainda possuem algumas dificuldades na identificação de cores e formas.
         Para solucionar estas dificuldades, é fundamental que as crianças manipulem objetos, atentando para descrições de detalhes e formatos, realizem comparações e constatações de forma autônoma.
     




       Com vistas a este desenvolvimento, hoje, propus aos meus alunos que brincassem aleatóriamente com materiais disponibilizados na brinquedoteca de nossa Escola. Então, eles realizaram construções, segundo as suas vontades e, como estavam sentados em grupos, os diálogos fluíram de forma livre, sem que houvesse intervenções de minha parte.

         Depois que já haviam se ambientado com os materiais, iniciamos realizando constagens de forma oralizada, sem nos atermos as simbologias. Para isso, procurei focar as construções na manipulação dos materiais que tínhamos à nossa disposição. Somente depois é que partimos para a devida correspondência entre numeral e quantidade. 



        Considero que foi uma atividade muito produtiva porque não houveram maiores dificuldades da parte dos alunos em agregarem-se à realização. Como os numerais ainda se encontram no campo das unidades simples, considero fundamental que eles visualizem e principalmente, memorizem o traçados dos numerais de forma a desenvolver raciocínios de forma subjetiva quando forem questionados em nossas próximas aulas. Entretanto, as próximas aulas serão desenvolvidas no sentido de que se mantenha a ideia de manipulação e de construções físicas para que internalizem a correspondência entre quantidade e simbologias.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Os encantos da Leitura no Primeiro Ano

 A leitura é um momento lúdico que, no caso do Primeiro Ano, envolve muita fantasia. É o momento que a criança viaja para um mundo encantado, cheio de surpresas. Quando realizo leituras orais para meus alunos, percebo que lhes aguça a curiosidade e todos ficam bem envolvidos. Desta forma, esta prática costuma fazer parte de meu cotidiano pedagógico.


Enquanto vou realizando as leituras, procuro convidá-los a argumentar sobre os assuntos, procuro promover atividades que envolvam motricidade, coordenação motora fina, pois o meio em que vivemos não é apenas para ser visto, mas também para ser tocado, cheirado, ouvido e degustado e a Escola é um dos ambientes em que as crianças podem ter estas percepções de como explorar o mundo por meio dos cinco sentidos. Neste momento, procuro por leituras de clássicos da literatura infantil, mesclando-as com literaturas produzidas mais recentemente.





O processo de aquisição da leitura da linguagem escrita na criança não inicia direto na alfabetização. É um processo constante que deve ser estimulado, com vistas a estimular a curiosidade de conhecer este mundo mágico.
Dar oportunidades para que os alunos conheçam o mundo encantado dos livros e vencer suas deficiências com a leitura é um importante facilitador no processo de assimilação da escrita. Quando estimulados a desenvolverem o hábito e o gosto de pela leitura, as crianças desenvolvem as suas capacidades interpretativa e criativa. A Escola é crucial neste processo, pois é nela que identificamos e formamos leitores.
No dia-a-dia, ficamos o tempo inteiro realizando leituras. No caso de minha turma, como ainda não dominam a leitura escrita, a função imagética é fundamental e neste sentido, as leituras de gibis, produziram excelentes efeitos, aguçando suas curiosidades e desafiando seu senso crítico.
Segundo o que afirma Carvalho (2004), “palavras e imagens, juntos, ensinam de forma mais eficiente – a interligação do texto com a imagem, existente nas histórias em quadrinhos, amplia a compreensão de conceitos de uma forma que qualquer um dos códigos, isoladamente, teria dificuldades para agir”.


Entre os elementos que os gibis oferecem, estão os aspectos lúdicos como cores, onomatopeias, personagens e traços. São histórias curtas que fazem parte da literatura infantil que se aliam às brincadeiras justamente através do simbólico, da fantasia.
Como estamos próximo à metade do ano letivo, muitas crianças já estão dominando a leitura, realizando-as autonomamente. Aliando-se a isso, nossa Escola também tem o “Dia da Leitura” e nestes momentos, as crianças ficam livres para escolherem os títulos que melhor lhes convém.


De acordo com as reflexões de Anjos e Ferreira (2012), “as idas a bibliotecas e a participação efetiva das crianças no processo de interação com livros, revistas, jornais, almanaques, gibis, entre outros, é um aspecto que pode ser adotado pelo professor no intuito de induzir o educando a aprender a explorar este espaço, colaborando com a consequente autonomia do mesmo nesta atividade que, pelo auxílio do professor, tornar-se-á rotineira para a criança.”
Deste modo, a leitura não pode ser uma atividade secundária na sala de aula ou na vida, uma atividades que vise apenas solucionar problemas de escrita.


REFERÊNCIAS

ANJOS. Luciana Moreira dos.; FERREIRA. Aline Barbosa Francine Veloso. A importância da leitura no processo de alfabetização e o uso da biblioteca como espaço de construção do encanto pelo ato de ler. Disponível em: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/3.40.pdf, acessado em 12 de maio de 2017.

CARVALHO. Leandro. História em quadrinhos como incentivo à leitura. Disponível em http://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/historia-quadrinhos-como-incentivo-leitura.htm, acessado em 12 de maio de 2017.



CORSINI. Rodinei. Gibis na alfabetização. Disponível em: http://www.revistaeducacao.com.br/gibis-na-alfabetizacao/, acessado em 12 de maio de 2017.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Ser um professor reflexivo...


Reflexão, ato ou efeito de refletir-se, concentração do espírito sobre si próprio, suas representações, ideias, sentimentos.
Partindo dessa  significação e do texto da Alarcão ser reflexivo é analisar criteriosamente  de forma intensa , intrínseca, situações ou algo que estamos envolvidos ou não, mas que indiferentemente do acontecimento nos faz pensar e agir sobre.
No que se refere a pratica educativa  a reflexão torna-se primordial para o  educando, pois a partir deste ato o mesmo analisa todos os norteadores que envolvem o papel que desempenha  no contexto de educação que está inserido diariamente. Esse processo exige muita atitude e ação acerca de inspecionar com afinco todas as tomadas de decisões que entrelaçam  objetivos, metodologias, suportes pedagógicos, avaliações e tudo mais que envolve o processo de ensino e aprendizagem no qual desenvolvemos com e junto dos alunos.
          A educação atualmente necessita que além dos conteúdos trabalhados na escola a mesma propicie situações diárias que tornem nossos  alunos seres reflexivos, que possam pensar e agir sobre as problemáticas propostas e vividas, elaborando  soluções, analisando  com criticidade os processos de aprendizagem que estão inclusos. Para que o professor consiga instigar seus alunos a este ato, o mesmo precisa tornai-o constante em sua própria prática o que não é nada fácil, pois exige uma postura de desacomodar, questionar, pensar e repensar  o que até pouco tempo tinha como correto, levantando hipóteses e alternativas que possam colaborar com a proposta de trabalho que será  construída. Esse processo individualizado requer muita boa vontade, esforço e profissionalismo da parte do educando,  levando–o a autonomia em sua prática, se for realizado com dedicação e conhecimento na área.
            Diariamente penso, repenso e questiono minha pratica, nas escolhas de dinâmicas, técnicas, jogos e atividades. Estou sempre  analisando as situações em sala de aula, se meus alunos corresponderam aos objetivos propostos, mas independente do resultado obtido, reflito sempre por que o resultado se deu e o que poderia ser feito diferente, afim de cada vez mais ver meus alunos desenvolvendo se adequadamente. Minha reflexão gira em torno de como meu aluno aprende, pois acredito que ao entender como esse processo se dá, identificando suas facilidades e dificuldades, consigo traçar objetivos que os levam a ultrapassar essa etapa avançando adequadamente em sua formação. Por isso, todo professor segundo Alarcão ( 1996): [...] tem de ser capaz de interpretar o que vê fazer, de imitar sem copiar, de recriar, de transformar. Só o conseguirá se reflectir sobre o que faz e sobre o que vê fazer.  (ALARCÃO, 1996, p. 18).Um olhar atento, crítico e constante sobre a prática  nos proporciona enquanto professores uma autonomia agregada de significações e conhecimentos que como resultado enriquecem  nossas aulas, fazendo que nossos alunos mantenham- se ativos na construção do seu conhecimento.

 REFERÊNCIAS:

ALARCÃO, Isabel. Ser professor reflexivo. In: ___. (Org.). Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. Porto, Editora Porto, 1996 (páginas 1-16 da adaptação)

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Uma aula diferente


            Em nossa aula de hoje, realizamos algumas experiências sobre o "Ar".
       Levei para a sala de aula alguns materiais necessários para que os alunos percebessem a existência do ar: balões, algodão, ventilador
            Soprando os balões e depois realizando uma brincadeira com eles, os alunos perceberam que o mesmo ar que haviam utilizado para enchê-los, era importante para que mantessem o fôlego durante as competições.
            Fizemos uma competição em duplas onde cada um deveria soprar um chumaço de algodão até atravessar do outro lado que havíamos traçado no chão da sala. Foi muito divertido!
         Depois, com os mesmo algodão, fizemos uma experiência com o ventilador e com outros balões, onde os alunos puderam perceber que o ar é invisível, mas existe em todos os lugares.
            Interessante é que, aos poucos, os alunos foram criando outras hipósteses de explicação de existência do ar, o que deixou a aula bastante participativa, já que todos queriam dar a sua contribuição. 
              A única parte ruim da história é que, infelizmente, não lembrei de tirar fotos dos alunos para exemplificar esta experiência que foi tão gratificante para todos nós!











sexta-feira, 7 de abril de 2017

Podemos fazer a diferença, sim!

       
            O progresso constante almejado pela humanidade está destruindo descaradamente os recursos naturais, dos quais dependemos para sobreviver. Nota-se uma inversão de valores pelo qual estamos passando, resultado de um sistema capitalista, que faz com que a vida das pessoas gire em torno do consumo e do conforto a qualquer custo, esquecendo-se de priorizar o nosso bem mais precioso que é o meio ambiente, do qual retiramos tudo do que necessitamos realmente para sobreviver. 
            Percebemos que nosso modelo de vida está esgotando  inúmeras fontes de recursos naturais, prejudicando a conservação e continuidade da flora e fauna. A falta de planejamento e organização ambiental paralelo com o avanço desordenado do progresso tecnológico está deixando um rastro de destruição lamentável e incalculável a humanidade, se não, daqui a pouco irreversíveis.
         Sabendo que as crianças de hoje são o futuro da nação, cabe a nós professores alavancar assuntos relacionados à preservação do meio ambiente em nossas aulas levando nossos alunos a perceber a importância dos mesmos em nosso dia a dia, levando os a compreender o processo percorrido e suas consequências catastróficas  a partir de reflexões, construções e articulações de conhecimentos e mudanças de postura  iniciadas no meio em que vivem.
 Ao trabalhar este tema com os alunos do anos iniciais, conseguimos perceber juntos que a mudança precisa partir de cada um de nós, pois se cada um fizer a sua parte estará contribuindo com o meio ambiente, alavancando por si só uma mudança de posicionamento positiva para todo o envolvido direto e indiretamente.
Partindo deste viés, foi elaborada uma campanha na escola, visando o cuidado com o meio em que vivemos e convivemos, neste caso específico a Escola. 
Uma das atividades propostas aos alunos foi que os mesmos deveriam manter o pátio da escola limpo e organizado,  duas turmas por semana ficariam responsáveis em colocar em prática essa proposta.
Como podemos ver nas imagens, nossa ideia foi muito bem aceita pelos alunos, principalmente peloa minha turma dos anos iniciais que compreenderam a importância e a necessidade para o bem comum de todos: manter o ambiente/espaço escolar  limpo adequadamente.

sexta-feira, 31 de março de 2017







Para nós professores um recomeço,
um novo ano, uma nova turma,
um  novo olhar com novos objetivos a serem alcançados.
Esperamos as carinhas assustadas e ansiosas para recomeçarmos
nossa rotina.Para eles um "começo"
de novas descobertas e aprendizagens .
Você professor deve conduzir esse caminho 
com muita sabedoria.

"Um excelente ano letivo"







Felizes os Educadores que aprendem a fazer da ação de cada dia a semente da nova sociedade.